Atividades de formação via internet

Por conta da pandemia que está avançando no país, as atividades no Centro Cultural não serão presenciais mas pela internet.
Sugerimos utilizar o seu computador para acompanhar as meditações e realizar a direção espiritual. Para participar é necessário instalar o aplicativo Zoom. Segue abaixo o link:
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Se desejar usar o celular:
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Meditação e tertúlia-show do dia 20 de março, sexta-feira 18h30
Acesse: Meditação 20 de Março


Abriremos a seção às 18h15.


Para quem deseja agendar a direção espiritual com o Pe. Raphael, fale com o Miguel ou Hugo pelo WhatsApp.


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Curso de História da Igreja

A IGREJA, SINAL DE CONTRADIÇÃO
“Eis que este Menino está destinado a ser causa de queda e de ressurreição para muitos em Israel, e a ser sinal de contradição”. (Lc 2, 34).
Nenhuma instituição sobre a face da terra foi tão perseguida e acusada como a Igreja cristã. O seu Fundador foi crucificado, os seus seguidores martirizados, os seus pensadores anatematizados. Alguns historiadores tentam apresentá-la como sanguinária e opressora. Alguns cientistas e filósofos a consideram ultrapassada e irrelevante. A modernidade tenta escondê-la sob o véu do silêncio. No entanto, ela permanece, enquanto impérios, doutrinas, nações e empresas se desfazem em pó. E ela cresce: de onze homens que a compunham no início, conta hoje com quase um bilhão e meio de fiéis, cerca de um quinto da humanidade.
Mas as contradições não vêm principalmente de fora. Desde Judas Iscariotes e da negação de Pedro, os seus seguidores não têm apresentado um panorama unívoco de exemplaridade. Há na sua história iludidos, sonhadores fantasiosos, profetas ululantes do apocalipse, covardes e canalhas. No entanto, de São Paulo a São Francisco de Assis, de São Josemaria Escrivá a São João Paulo II, ela não cessa de produzir santos e heróis, sábios e homens de ação, servidores silenciosos e comunicadores geniais. E os seus Padres chegaram a afirmar: “O mundo existe em função dos santos”.
Em resumo: na Igreja se revelam todos os paradoxos dos homens. “No mundo tereis contradições. Coragem: Eu venci o mundo” (Jo 16, 33), diz o seu Fundador, logo depois de prometer que o Paráclito, o Espírito da Verdade, conduziria a Igreja à verdade plena. Para enxergar a atuação do Espírito divino neste nosso mundo humano, quebrado e sempre em pé de guerra, nada melhor do que conhecer os fatos da História da Igreja dentro do contexto da História mundial.


PROGRAMAÇÃO
O Curso será dado pelo Professor Henrique Elfes e está composto de 9 dias de aula, nas quartas-feiras dos meses de Março, Abril e Maio. Segue a programação:
04         março  Nasce uma nova humanidade. Os Apóstolos e a organização da Igreja
11         março  Uma nova maneira de viver. Mártires, hereges e Padres da Igreja
18         março  Morte e renascimento do Ocidente, transfiguração do Oriente. Roma e os bárbaros, a Idade Média inicial, Bizâncio e o Islã
25         março  Uma nova maneira de pensar: as escolas e as universidades. Santo Agostinho e o coração, São Tomás de Aquino e a razão
01         abril      Um lindo sonho: a Cristandade. Da civilização medieval à China, Índia e América
08         abril      Revolução versus reforma. O protestantismo e o Concílio de Trento
15         abril      Estado versus Igreja, uniformidade versus liberdade. A civilização moderna
06         maio     A razão se rende perante o Infinito: os grandes místicos. Da Teresona de Ávila à Teresinha do Menino Jesus
13         maio     “Sempre velha e sempre nova”: o renascimento da Igreja no século XX. Os Concílios Vaticanos e o nascimento da civilização do amor


INFORMAÇÕES
Horário: 19 até 21h, às quartas-feiras
Local:   Centro Cultural do Castelo (Rua. Eng. Cândido Gomide, 557)
Inscrição: Enviar email para miguel.sugai@gmail.com
Investimento:
 Profissionais e alunos de pós-graduação: R$ 360,00 Alunos de graduação  R$ 180,00

Professor: Henrique Elfes, ensaísta e editor (saiba mais: Henrique Elfes)
Coordenação:Luciano Vieira Ribeiro Neto, Coordenador do Curso
Miguel Sugai, Diretor do Centro Cultural do Castelo
Serão entregues certificado de participação para os alunos que participarem de pelo menos 7 aulas. 

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Fui Papai Noel

Conheci e comecei frequentar o Centro Cultural Castelo no começo de 2018. O ambiente de amizade me agradou muito e trouxe outros amigos que desejavam ter formação cristã. Sabia que todos os anos o Centro organizava o Natal Solidário e eu ajudava na parte de arrecadação de donativos, pedindo a amigos e familiares que colaborassem nesta iniciativa.
Em 2019, imaginei que a minha participação seria apenas como figurante, mas alguns dias antes do evento, o coordenador da atividade queria conversar comigo. Pensei que seria na organização dos presentes, ou no som, ou qualquer coisa mais operacional. Ele foi bem direto com uma proposta inesperada:
- “Rafa, você pode ser o Papai Noel do Natal Solidário?”.
Na hora fiquei surpreso e também feliz: gosto muito de trabalhar com crianças e é realmente algo muito especial para mim. Esta convocação para ser Papai Noel, realmente pegou em cheio tanto na vontade de ser e ajudar, quanto na insegurança de ser um bom papai Noel (uma figura que inspira e alegra tantas crianças, assim como já me alegrou um dia).
Passado esse choque inicial, lembro que consegui expressar o quanto eu queria. Mas poderia haver um impedimento: Minha mãe. É costumeiro nas férias ajudar ela na loja, por ser o período de maior movimento, então precisava de conversar com ela, para ela me liberar no dia. Felizmente, mesmo que um pouco a contragosto, ela percebeu o quanto aquilo era importante para mim e me desejou um bom trabalho como Papai Noel.
Agora tudo confirmado, não tem mais volta, seria o bom velhinho. Sai da minha cidade já pensando na minha cabeça o que eu poderia falar para as crianças e treinando os famosos “ho-ho-hos”.
Chegando no Centro, aquela sensação de expectativa, inquietação, comum do Advento, essa espera para ver o que vai acontecer. Terminando as preparações e o almoço chegamos no local da festa. Uma singela e bela capela, nesse bairro carente. Depois das preparações, hora de colocar a famosa roupa vermelha. Colocando todos os aparatos e fazendo uma breve oração para que eu conseguisse oferecer esse tempo a Deus e as crianças que ali atenderia.
Então vieram as apresentações e as crianças faziam fila para conversar e receber os presentes do papai Noel. E isso foi uma alegria tremenda. Desde os recém-nascidos que tinham medo da figura barbuda de vermelho, os pequenos que chegavam abraçando e os pré-adolescentes que estavam com vergonha de serem vistos com o Papai Noel. Cada um de sua maneira tendo esse contato com a magia do Natal, proporcionada pelo Nascimento do Nosso Senhor.

Mas teve uma pessoal que a memória relembra de maneira vivida, uma senhora que tinha uma deficiência especial queria ver e abraçar o papai Noel. Ela me abraçou de uma forma que precisei efetivamente incorporar totalmente a figura mágica com que ela se sintonizava. Aquele momento ficou muito marcado na minha memória.

Embora eu tivesse o papel principal, havia uma verdadeira equipe me ajudando que tudo corresse bem. Os “duendes”, apelido carinhoso dos meninos que me ajudaram diretamente entregando os brinquedos, o pessoal que ajudava a organizar e orientar as pessoas, o pessoal que brincava de bola com as crianças que estavam esperando ou que já haviam visto, os “seguranças” que ajudavam a organizar a entrada das pessoas no evento, enfim todo mundo contribui para esse evento maravilhoso.

E depois celebramos o evento com sorvetes. Que bom que tive essa oportunidade de ser Papai Noel, que me alegrou tanto e me permitiu participar de algo tão nobre. Fui Papai Noel!

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Natal Solidário 2019

Todos os anos realizamos a festa de Natal em uma comunidade da periferia da cidade. Neste ano de 2019 temos um desafio especial para alcançarmos: serão 300 presentes além de toda a festa com doces e salgados para as crianças. A meta é desafiadora: chegar até R$ 5.000,00 no dia 14 de dezembro, quando realizaremos as compras dos presentes das crianças.


Contamos com a sua colaboração para realizarmos uma bela festa na comunidade da Vila Francisca no distrito de Aparecidinha.
O cartaz contém todas as informações de como realizar a sua contribuição.


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"Estudo, Oração & Apostolado" : uma crônica

Eu sou o mais novo entre três irmãos. Quando eu tinha 7 anos, os meus irmãos mais velhos participavam do Clube Juvenil e eu não entendia por que eles desapareciam aos sábados de manhã e sempre voltavam muito felizes, contando histórias de suas aventuras, competições realizadas no clube juvenil. Eu ficava com uma grande inveja e também um grande desejo de começar a frequentar do clube.
Quando completei a idade prevista, meu pai me levou para o Clube Antares - Grupo 1, todos os sábados. Entendi por que os meus irmãos voltavam alegres: o ambiente acolhedor, divertido, com esportes e jogos, competições e passeios; a formação espiritual, as meditações e direção espiritual ajudaram a fazer oração e ter intimidade com Deus.
Aos 13 anos, comecei a frequentar o G2 do Clube Antares. A monitoria de estudo estava sendo implantada e esta “novidade” causava certa estranheza para os meninos acostumados ao clima mais descontraído. Ao mesmo tempo, a monitoria despertava um certo fascínio, pois em outros Clubes tinha a fama de ser um grande apoio na formação.
As monitorias de estudo consistiam em conversas curtas e semanais com o monitor, que nos auxiliava nos estudos e também na vida de oração. No início, não pensei que seria tão eficaz, e nem imaginava quanto aquelas monitorias fariam diferença nas nossas vidas.
Meu monitor chamava-se João Paulo, ele foi muito simpático e acolhedor com todos, era o melhor aluno do Instituto de Física da UNICAMP.  Ele era sempre alegre, o que nos agradava ao fazer as monitorias com ele. Não há dúvida também que era muito paciente, pois ensinar algo sobre estudo e vida interior para eu e meus amigos, não deveria ser nada fácil.
As primeiras fichas eram simples, com perguntas como “qual a sua matéria favorita?”, “onde colocará a folha de horas?”, “quando vai colocar a folha de horas?”, “em que lugar estuda?”, e outras desse tipo. Porém, ao longo que os números das fichas avançavam, as perguntas se tornavam mais sérias e relevantes, começava-se a estabelecer metas de estudo, analisar pontos de caminho sobre a santificação do trabalho, perguntas que mostravam a importância de ter um plano de vida, que incentivavam a presença de Deus na escola, e etc. as conversas com o monitor eram sempre ótimas, que tocavam a alma e davam muitos frutos.
Lembro-me que depois de 4 meses já fazíamos o plano de vida diariamente e competíamos as vezes para quem estudava mais. É claro que com tudo isso, o meu desempenho na escola começou a melhorar muito.
Um dia, a coordenadora da escola ligou para os meus pais. Ela queria conversar com eles para compreender a mudança que estava acontecendo no meu comportamento. A minha mãe achou que eu tivesse feito alguma “arte”. Mas a coordenadora queria saber o que fez melhorar o desempenho na escola. A minha mãe explicou as atividades do Clube Juvenil e a monitoria de estudo que despertou a curiosidade da coordenadora.
A monitoria de estudo também me ajudou a ser mais apóstolo. Marcou-me um dia quando o João Paulo me explicou o ponto 340 de Caminho. Não me lembro das suas palavras textuais mas recebi um forte impulso para fazer apostolado.
Com os três pilares: estudo, oração e apostolado percebi que Deus queria algo a mais de mim... hoje sou monitor de estudos dos novos sócios do G2. Espero ajudá-los a encontrar a missão que lhes corresponde realizar em suas vidas, pois este é o serviço que me corresponde realizar no Centro do Castelo.

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